Léo Casa1 - Seleção Brasileira de Rima "A bola da vez" lyrics

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Léo Casa1 - Seleção Brasileira de Rima "A bola da vez" lyrics

[Verso 1: Chai] "Nega" solta a voz Convoca a mulherada na missão aqui é “noiz” "Nega" solta a voz História do gueto a gente constrói Barroca, maloca, Franco da Rocha Representante do fundão, tem quem gosta e quem apoia Se tem Rap a Chai encosta, os bico se incomoda Pois a voz que solta não é pica é "XOXOTA" Provoca diferente sensação Porque a neguinha tem liberdade de expressão Se acha? Que vou prender o meu pensamento Vou deixar ele voar com a tempestade, com o vento [Verso2: Juliana Sete] Jaraguá, Perus Zona Oeste, SP Ventre que me pariu, a Mc do "rolê" Se pra crer tem que ver, então me veja, "tô" no close Não é "fake" minha pose, não é festim o tiro é doze Doce da boca, motim da mente Revolta na mão ,tá no meu pente Não mexe comigo, eu não ando só Esquerda, direita posso ser bem pior Quem me protege não dorme, "Das Calles " Hip Hop Tá viva essa porra os "KKK" em choque ! Seu monopólio não previu o ataque da matilha "Fodeo" rapaz ! "Tamo" aqui e ninguém tira ! [Verso 3: Jô Maloupas] E tem quem fala demais critica demais te julga demais Cadê os ideais ? Deixou lá pra traz, de leve e traz Ideias banais de quem pode mais , mais Nessa panela de pressão estrategicamente desleais  só cria rivais Malandragem de verdade, tio, é saber viver Sem dever, sem esquecer, respeito prevalecer Deixa as moscas pousar, bem no meio da sopa Caminho nas beiradas sapatinho sem vacilar "DESPORSA" Se não quer ver estrelas não olha pro céu Ta de chapéu quem pensa que eu to na parada por troféu Bem mais cruel, chama emana do fogaréu Sou a voz das nossas ancestrais BRUXAS QUEIMADAS COMO RÉU [Verso 4: TFlowMc] É pedrada paralelepípedo no "boy" ridículo Propício, promíscuo que sempre tenta abafar grito Ridículo machismo e o nosso poder infinito Não baixo a Guarda caio na Batalha Metemos a cara e gostamos disso Se acha que é "machão", só peço uma roda de “free” “Monna” Brutal no afronte dispensando os "mimimi" Nosso reparo eu vou perseguir Com Minas munidas vou me revestir “Empoderamento” em momento, de mim Então “cuza”, aplaude ai As irmãs, talibã guerreiras do dia a dia Mic é minha transmissão, transmutação, ação por dia Irreverência é consciência na decência de ser cria “Monna Brutal” decapitando h*mofóbico machista [Verso 5: Jana D' Notria] Não finja que me conhece, conhece Eu sou bem pior do que parece Não preciso provar nada pra você, questiona de onde vim O que fiz pra estar aqui, se me criei ou denominei mc? Me chamou de agressiva selvagem Espera só pra ver eu reproduzir minhas maldades E aí Vai me conhecer, vai saber Desprezo muito mais o que vem de você Questiona minha origem nada luxuosa To cagando pra gente rixosa De onde eu vim, não se dá satisfação A gente entra pra lutar com os pés no peito não contendo emoção dissipando repressão Com as manas na causa pra refazer essa missão [Verso 6: BrunaMuniz] Subestimada mas eu vim com as mãos atadas Sou luz no escuro, plantando mais frutos, avisa os impuros somos da estrada De heroínas que trabalham reunidas Fazendo justiça, curando feridas, cultivam a vida semente divina Ser realista pra falar verdade Dói no peito ver que o mal habita ainda na cidade A união faz parte "to" aqui pra não ser tarde Covarde não cabe em mim Sou guerrilheira e luto a**im A mensagem pra manter de pé a nossa conduta Cultura de rua, virou armadura contra ditadura Cobrando postura, respeite e segura mulheres refuta Mente força bruta por mais amor e menos tortura, estamos na luta [ Verso 7: Letícia/Manchinha] Letícia vulgo Manchinha quem conhece sabe Que eu nunca precisei de aceitação pra chega na base Enigmática difícil de desvendar Sou eu que preciso acreditar "Empoderada" pelas minhas parceiras Vidas cruzadas na caminhada Registra essa fita e salva Que os princípios as palavras sempre foram a união Eu nunca me encaixei no padrão da mídia Da ma**a da televisão E nela sou a representação Que diz três vezes não a toda alienação [Verso 8: Lilian DuGuetto] A cultura hip hop vem crescendo nas "perifas" Não desacredita hip hop é minha sina As minas de fé, não da "migué" então mete o pé Revolução não é pra qualquer "Dichavando" as ideias, bolando meus pensamentos Abrindo barreiras, ladeiras, becos e vielas Abrindo janelas, mente conscientes, Independente, incansavelmente Os 4 elementos, vem entrando na sua mente No subconsciente a ideia é quente Minha munição são minhas letras Que como um tiro de escopeta estraçalha de bandeja Estraçalha de bandeja [Verso 9: Cíntia Savoli] Coragem pra enfrentar, a malandragem pra se esquivar De vara com a covardia, matando um leão por dia Onde os meus estiverem, eu estarei também Nas grades de uma cela, mas favelas, veja bem Toda essa luta não será em vão O Estado genocida, e racista vai pagar tostão por tostão Daremos nossas vidas se preciso for Nunca foi por dinheiro, é por ódio e também por amor Mas por favor, não confunda a bruta com a flor É doce mas é foice pra decapitar o opressor Avante na luta conduta de Maria Bonita Feche sua cara, racista, machista e oportunista